Para quem sente o chamado de acompanhar a finitude: como doula da morte, profissional da saúde ou alguém que cuida de quem ama
A formação Sentinelas ensina o que a maioria dos cursos não alcança: reconhecer os sinais da morte próxima, aliviar o sofrimento além do remédio, comunicar o indizível e sustentar a própria presença diante da finitude.
Vagas limitadas
Você talvez conheça esse trabalho por outro nome: doula da morte, acompanhante de fim de vida, cuidador paliativo. São formas de apontar para a mesma coisa: a presença de alguém preparado no momento em que a vida se despede.
Sentinela é o nome que damos a essa presença: saber estar com o corpo, com as mãos, com o silêncio, com a família que se despede. É técnica e alma, na mesma intensidade.
Um Sentinela não é:
Um Sentinela é:
Cuidados Paliativos e o que significa dignidade para quem está partindo, do diagnóstico aos últimos dias.
Comunicação compassiva: a escuta que acolhe, a conversa difícil com a família e as notícias que ninguém quer dar.
Arte, música, aromas, paladar, ambiente, meditação. Como aliviar o sofrimento quando o corpo responde pouco ao resto.
Do recém-nascido ao idoso. As especificidades do fim da vida na infância e no envelhecimento, as duas pontas mais delicadas da existência.
Acompanhar as crenças de quem parte sem impor as suas. O sofrimento existencial e o sagrado presente na despedida.
Reconhecer os sinais de que a morte se aproxima e cuidar do corpo antes, durante e depois.
O luto da família, o de quem cuida, o seu. O ciclo vida-morte-vida e como atravessá-lo sem adoecer.
O autocuidado como compromisso ético do Sentinela: sustentar essa presença exige sustentar você primeiro.
VAGAS LIMITADAS
Não é necessário graduação. A única exigência é a disposição de encarar o fim da vida como ele é, e de se preparar para estar presente nele.
VAGAS LIMITADAS
Médica formada pela USP, com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas da FMUSP. Especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e pela Universidade de Oxford, com pós-graduação em Intervenções em Lutos. Autora de A Morte é um dia que vale a pena viver, seu TEDx sobre o tema ultrapassou 3,5 milhões de visualizações.
Médico psiquiatra formado pela UFRJ, psicanalista e mestre em Antropologia Social. Monge zen ordenado por Mestre Ryotan Tokuda, com formação internacional em cuidados contemplativos e finitude pelo Upaya Zen Center (EUA), onde é aluno de Joan Halifax Roshi. Foi chefe do Serviço de Saúde Mental do Hospital da Lagoa e integrou a Comissão de Gerenciamento da Dor e Cuidados Paliativos. Autor de O Grande Silêncio e O Encontro: vida, morte, luto e regeneração.
Psicóloga e psicoterapeuta junguiana com 25 anos de prática. Vice-presidente e docente da Casa do Cuidar. Especialista em Comunicação Não Violenta pelo Instituto CNV Brasil e pioneira na aplicação da CNV em cuidados paliativos no Brasil. Coordenou o Projeto Abrigo Humano durante a pandemia, formando 120 profissionais de saúde e atendendo mais de 600 famílias.
Enfermeiro pela UNIFAL-MG, mestre e doutor pela UFMG na temática dos cuidados paliativos, com período sanduíche na Universidade Católica Portuguesa. Professor dos cursos de Enfermagem e Medicina da Universidade Federal de São João del-Rei e consultor técnico do Ministério da Saúde. Fundador e líder do projeto Favela Compassiva, que levou cuidados paliativos às favelas da Rocinha e do Vidigal e tornou o modelo de comunidade compassiva uma realidade no Brasil.
Capelão certificado pela Association of Professional Chaplains (EUA) e especialista em Capelania em Cuidados Paliativos pelo CSU Institute for Palliative Care, na California State University. Doutor em Saúde Coletiva pela UNIFESP, mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP e bacharel em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Criador do podcast Irmã Morte: Histórias de um Capelão Hospitalar.
Jornalista, coautora com Gilberto Dimenstein de Os Últimos Melhores Dias da Minha Vida — livro escrito a quatro mãos com o marido durante os nove meses finais de sua vida. Especializada em Direitos Humanos pela Universidade Columbia, dirigiu o Instituto Inspirare e coordenou o escritório do UNICEF em São Paulo e Minas Gerais.
Terças-feiras, das 19h às 22h20 (encontros semanais) e Sábados (a serem agendados, com antecedência, ao longo da Formação)
12 meses
Aulas ao vivo e online
Todos os encontros ficam gravados e disponíveis durante todo o período da formação
Nas comunidades compassivas, fora do horário das aulas, mediante supervisão e agendamento.
Os resultados obtidos com a inscrição desse curso vão variar de acordo com a dedicação do aluno. Gostaria de comunicar, por esse motivo nenhum resultado é garantido.